LACNICVII - 26-28 de Outubro 2004 - San José, Costa Rica
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LACNICVII - 26-28 de Outubro 2004 - San José, Costa Rica

Conclusões - Política Global de Atribuições de blocos IPv6 do IANA para os Registros Regionais

 

Marcelo Bagnulo

Documento Introdutório:
http://lacnic.net/documentos/lacnicvii/POLITICA-IPv6-IANA-RIR.pdf

Apresentação disponível em:
http://lacnic.net/documentos/lacnicvii/IPv6_IANA2RIRs.pdf

 

Jordi Palet. Quando esta política foi apresentada na APNIC Doug Barton de IANA não estava convencido em fixar o /12 para atribuições adicionais. Existe o perigo de atribuir espaço demais. É preciso estabelecer um limiar de quanto se pode solicitar de espaço adicional. Quer dizer que a unidade de atribuição inicial seja fixa, mas que a segunda atribuição fique em aberto.

Ray Plzak. A proposta da APNIC também foi discutida na semana passada em ARIN. Cabe ressaltar que um aspecto mencionado nesta discussão foi que o anúncio não fizesse parte desta política. Não existe o consenso sobre o tamanho do mínimo de atribuição ainda que exista um acordo que deve ser algo maior do que o atual /23. Existiu uma tendência para aceitar o período de 18 meses no lugar dos 36 propostos na política da APNIC além de considerar uma medida similar à política de atribuição de IPv4 do IANA para os RIR para o cálculo das atribuições adicionais e não os 50% de uso estabelecido na política da APNIC.

Wilfried Woeber. É preciso designar um mínimo de atribuição através da discussão global e bottom-up e não dar oportunidade para que o IANA busque comentários de terceiros que retardem a adoção desta política. Buscar a opinião de terceiros não corresponde com o Processo de Desenvolvimento de Políticas global que procura corresponder com o IANA. A política a ser desenvolvida deve ser exata e específica.

John H'ng. A recomendação para estabelecer os tamanhos do mínimo de atribuição em /12 e o tempo de 36 meses está baseada nos trabalhos de pesquisa de Geoff Huston, os quais estão disponíveis no site da APNIC. (http://www.apnic.net/mailing-lists/sig-policy/archive/2004/08/msg00066.html) Discussões similares foram elaboradas na APNIC. Isto está registrado na lista de e-mails da APNIC onde é possível obter mais informações.

Raúl Echeberría. A política IPv4 fala sobre unidades de atribuição; o fato da unidade estar estabelecida em /8 não quer dizer que não seja possível receber mais. Parece muito apropriado mencionar o /12 como unidade de atribuição. Parece apropriado o critério utilizado para endereços IPv4 para as atribuições adicionais para ser utilizado nesta política de IPv6. Eu não me preocuparia se existissem atribuições excedentes. A política original sugerida incluia reservas de espaços de IPv6 por regiões, que pode ajudar a preocupação de alguns governos de poder ter acesso aos recursos quando necessário.

Jordi Palet. Sobre o tema da preocupação de realizar atribuições excessivas a registros "pequenos". Era opinião pessoal só de Doug Barton do IANA. Uma boa idéia seria medir as necessidades de cada região. Uma opção seria medir por /48 por habitante na região.

Ray Plzak. O ponto de fazer reservas regionais de IPv6 foi discutido na reunião do ARIN. Foi sugerido observar a tabela de roteamento, cuidando da adesão. Atualmente o IANA realiza atribuições de /23 para os RIR que são contíguas à região que põe em risco a adesão. É prudente então manejar reservas de espaço para as regiões não só do ponto de vista político mas também técnico. O tamanho destas reservas que estavam em torno de /8 foi mencionado na reunião do ARIN. A adesão de IPv6 é importante.

Wilfried Woeber. É importante ter em mente que a atual discussão sobre IPv6 é 1/8 do universo total. Os outros 7/8 continuam sem ser tocados e isso também deve ser levado em conta. A criação da arquitetura de IPv6 foi incluir a distribuição deste recurso não apenas para pessoas mas também para diversos dispositivos que requeiram endereçamento público e único. Preocupação com o fato de que as medidas de distribuição seja realizado considerando a população de uma região.

Germán Valdez. Para que todos fiquem cientes, a discussão que está sendo desenvolvida tem a intenção de ser uma política global, quer dizer que seja igual para todas as regiões. Essa é a razão pela qual chegar a um consenso é difícil e desafiador.

Jordi Palet. Não estou dizendo para atribuir um /48 para cada pessoa, mas para utilizar como medida em grande escala ou global.

Ray Plzak. Referindo-se ao comentário de Germán sobre se uma política global deve ser o mais simples possível. Não incluir cada eventualidade nem consideração. Facilitar a adoção em cada região.

 

Conclusões

Christian O'Flaherty. O tema fica em aberto. Será levado a lista de política para continuidade.

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